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Paulo e Silas expeliram o demônio de uma jovem na cidade de Filipos e isto custou muitos açoites e uma prisão injusta. Eles foram despidos publicamente, açoitados e lançados na prisão. Prenderam-lhes os pés e amarraram-lhes as mãos numa posição terrivelmente desconfortável. Tudo contribuía para que eles se amargurassem e blasfemassem contra tudo, inclusive de Deus. Porém eles não se renderam ao espírito de murmuração, pelo contrario, eles cantaram e oraram. Continuaram a adorar a Deus em um momento extremamente difícil, continuaram a falar do Evangelho e das grandezas de Deus mesmo em meio ao sofrimento. Por quê?

Eles sabiam que a vida cristã não era um piquenique no parque. Eles tinham conhecimento de algumas verdades que os motivava a produzir em qua;quer situação da vida. E são essas verdades que precisamos saber.

 

I) SABER QUE SE ESTÁ NO CENTRO DA VONTADE DE DEUS–At. 16.8-10.

a) Sofrer fora da vontade de Deus é terrível e desanimador, mas por fazer o que agrada a Deus é confortante. Parece contraditório, pois muitos acham que no centro da vontade de Deus não pode haver sofrimento. Mas a Cruz de Cristo prova exatamente o contrário. Aprendemos que:

1. O centro da vontade de Deus é o melhor lugar.- Há paz mesmo na escura noite.

2. O centro da vontade de Deus é lugar de provisão – Há provisão de força.

3. O centro da vontade de Deus é lugar de provas- Há fornalhas e leões.

4. O centro da vontade de Deus é lugar de descanso na dor.

II) SABER QUE NADA ACONTECE POR ACASO NA VIDA DE QUEM ESTÁ DEBAIXO DO GOVERNO DE DEUS-  Vs. 27-32

a) Na economia de Deus havia presos que precisavam ouvir do Evangelho em Filipos. Na economia de Deus havia um carcereiro e sua família que precisavam ser salvos.

b) Paulo sabia que a tribulação produz: 1) Perseverança, 2) Experiência, 3) Esperança e, 4) Convicção. Rm. 5.3-5.

c) Alguém afirmou: “Nada de grande acontece no mundo sem que alguém sofra ou morra”. O caráter de um homem é medido no altar do sofrimento.

d) Importante: Nunca tome uma decisão baseando-se em suposições- v. 27 – por que o carcereiro ia se suicidar? Porque supôs que os presos haviam fugido. Paulo Jamais supôs que Deus o havia abandonado.

III) SABER QUE PODEM PRENDER O CORPO, MAS A ALMA ESTA LIVRE – Vs. 25-26.

a) Só ora e canta nas situações adversas, quem esta livre na alma e no espírito. A murmuração é a evidência de um coração que ainda está aprisionado.

b) Há pessoas que fazem da murmuração um estilo de vida.

Ilustr. – Dois operários trabalhavam juntos. Um deles abre a marmita e diz: “Droga, sanduíche de carne, detesto sanduíche de carne”. No dia seguinte, e no outro, e no outro ele faz a mesma coisa. Até que no quarto dia ele diz: “Chega! Todo dia é a mesma coisa, quero alguma coisa diferente”. O colega tentando ajudar diz: “porque vc não pede pra sua esposa preparar algo diferente”. Ele responde: “Do que Vc está falando? Sou eu mesmo que preparo o meu almoço”.